14 de agosto de 2010

Borgonha e a Biodinâmica


Estava para aqui a tentar por a leitura das revistas na ordem devida quando, numa reportagem sobre a Borgonha (na revista Wine nº49) me deparei com esta frase:
“Aquele que, nos dias de hoje, está contra a biodinâmica não é por convicção, mas sim por indiferença”.
Confesso que esta frase me abalou. Sou há muito defensor de um trabalho que tenda a eliminar o uso de pesticidas, logo, a favor de práticas biológicas, ou, no limite, biodinâmicas.
E vocês, o que pensam disto?

2 comentários:

Bodhisattva disse...

Biodinãmico é bem mais complexo que biológico e ao mesmo tempo menos claro, ou seja as práticas biodinâmicas seguem regras e conceitos pouco objectivos não pela sua definição mas pelo seu conteúdo. Falo como ainda mero espectador ou leitor de alguns conteudos desta prática.

Já agora como se definem os produtos biológicos por exemplo o vinho?

Já sabemos que não há vinho biológico!ou Haverá? Será que há produtos/vinhos que são "mais biológicos2 que outros?

Hugo Mendes disse...

Seja bem-vindo a este espaço!
Não sou a pessoa mais indicada para lhe responder às questões que coloca, não trabalho nem vinha biológicas, nem vinhos! No entanto não deixa de me inspirar a essência do conceito, no qual se tenta obter, de forma natural o melhor que a terra dá!
È o romantismo da coisa que me seduz! A comunhão com a natureza! Há qualquer coisa de mágico, de misterioso de sedutor!
Ou então sou eu que já estou a entrar na senilidade! EH! EH! EH!