17 de julho de 2012

Wine Express

Foto usada a partir do site oficial do Mallorca Wine Express

Se não está para ler divagações, salte directamente para as "letras verdes".

Bom, a season está silly e o calor parvo que os parvos Portugueses pediram, parece ter finalmente chegado. Pergunto-me porque ficam vocês estéricos com temperaturas de 40ºC. Corpos melados, um cheiro a gente por tudo o que é hall e elevador e um desconforto geral que no meu caso promove graves afectações mentais.
Não me apetece fazer nada. Não tenho vontade de escrever sobre coisa nenhuma. A concentração e o raciocínio que certos assuntos merecem, simplesmente não me encontram. Paciência.
Não resisto a relatar que, a futilidade instalada é tanta que dou por mim a ouvir Evanescence só para ver se deprimo um pouco mais na esperança que me ocorram pensamentos mais complexos. Já agora, a tag desta banda, “metal gótico” está duplamente errada. Nem é metal e inspiração gótica, apenas o esganiço vocal e a indumentária de (qualquer coisa me seduz na performance desta mulher) Amy Lee.

Muito bem,aqui estão as "letras verdes".

Vinho.
Nas minhas - quase esquecidas - féria, passei uns dias na ilha de Mallorca. Inicialmente pensei em visitar adegas, mas depois…. Que se lixe. A piscina do hotel e o ar condicionado do quarto chamavam insistente e alternadamente por mim. Deixei-me levar. Para contrariedades já basta o resto do ano.
Bom, no escaparate de brochuras do hotel descobri uma sobre este serviço. Não há-de ser novo. Acredito que nos “Estates” este "circo" deva ser o pão nosso de cada dia, contudo, acho a ideia muito boa e pergunto-me se em regiões como Lisboa, Tejo, Algarve e Alentejo, por exemplo (pela proximidade aos principais pólos turísticos) não seria algo que acrescentaria valor e poderia dinamizar o enoturísmo.
Isto ou algo inspirado nisto.
o que vos parece?

2 comentários:

Constantino Ramos disse...

Acho que temos linhas férreas antigas e desactivadas que passam por zonas lindíssimas que poderiam ser muito bem utilizadas para esse fim. Acho no entanto que as autoridades têm caminhado no sentido inverso desactivando e deixando ao abandono este nosso capital.
Assim, concordo com esta ideia e acho que teria "pernas para andar", falta quem ajude neste ponto.

Abraço

Hugo Mendes disse...

Meu caro, eu já nem ia tão longe. estes comboios são daqueles que costumamos encontrar nos centros históricos.