4 de março de 2013

Rapariga depressiva tenta o suicídio e descobre bebida afrodisíaca



Diz Hugh Johson´s, logo na abertura do seu fabuloso livro, "História Universal do Vinho" sobre a estória  que vos romanceio (isto porque duvido que seja mesmo história!) que é a mais citada de todas as lendas, no que à descoberta do vinho diz respeito. Acredito.
Porque não?

Conta-se que, Jamsheed, um rei Persa cuja história muito se assemelha à de Noé (uma de muitas descritas por essas civilizações fora). Também salvou a bicharada e se não me engano, dever ter ajudado a repovoar o mundo (Não sei como esta gente evitava o pecado, mas pronto!).
A maior atracções, para nós que somos amantes de uma boa "pinga", é mesmo o facto da "rapaziada" na altura gostar de guardar uvas para depois as "mamar" fora de época. Nada de extraordinário.  O meu avô também fazia isso para ter uvas no Natal. A diferença é que o meu avô as pendurava ao ar e aqui a "malta" do Jamsheed usava umas ânforas - O Sr. Mendes não sabia da existência dos vinhos passito, senão teria decerto tentado.
Conta-se, que uma dessas ânforas fermentou e  o "pessoal", desconfiado como só os seres humanos conseguem ser,  "achou" logo que aquilo era veneno, metendo a vasilha de lado. Para quê não sei, mas também é conhecida esta nossa mania de guardar lixo em casa. Por isso não estranhem!
Agora é que começa a parte gira.
"Diz então" que no harém do rei - Isso. O gajo tinha muitas... e era legal -  havia uma "mocita" que sofria de dores de cabeça de origem nervosa. Farta da sua vida, tomou a decisão de beber o veneno e acabar com a miséria.

Aqui tenho mesmo de interromper o relato. Só para dizer que, não me convencem  com essa da dor de cabeça. Já fui enganado muitas vezes.... ná! 
A gaja não gostava era dele e, no desespero tentou matar-se. O tipo devia apertar com ela e ser bonito como uma salamandra gigante. Isso sim!

Bom, mas centremo-nos no resultado.
Parece que a "tipa" se empanturrou de "veneno" e passado pouco tempo estava leve e contente (pudera!). Depois encontrou um sono repousante e regenerador. Quando acordou, bem... devia estar com uma dor de cabeça do "caraças", mas desta vez, de origem diferente. Como era nova, passou ao fim de algumas horas.
O resto é "história". O rei, sabendo disso mandou fazer a nova bebida e a partir daí foi beber e curtir.

Não sou de intrigas, mas o gajo percebeu, de certeza, que bêbadas as mulheres iam com mais facilidade e até se divertiam! ; )
Esperto!

"E puff... Fez-se o vinho!"

1 comentário:

Anónimo disse...

Estava mesmo a precisar de uma história destas para sorrir ( hoje não há forças para rir), infelizmente é das poucas vezes que me queixo a dizer que estou doente. Apenas sonho puder deitar-me na cama e se calhar apanhar uma boa bebedeira ( já sei que é uma fraca tentativa humoristica). A minha vida triplicamente complicada, negócios, faculdade e a minha profissão dita oficial não me dá tréguas nem para descanso e nem para depressões. Talvez siga mesmo esse conselho de uma boa bebedeira...iol já não para mais..