27 de maio de 2014

Um dia de enólogo-vendedor

Querido diário:

Há já algum tempo que não te falo. Não é por falta de vontade. Não. É mesmo por falta de tempo e disponibilidade física, mas essencialmente mental.

Hoje achei que devia, primeiro porque te queria contar que, mais uma vez, fui chamado a visitar clientes e confesso que, aos poucos começo a gostar disto, não só pelo que se passa a conhecer, mas especialmente pelas pessoas que nos tocam pelo caminho!

O dia foi passado a vaguear pelos restaurantes das praias entre a Ericeira e Adraga, com um finalzinho em Colares que valeu, uma inesperada visita a um amigo, colega de profissão. O Francisco Figueiredo na Adega Regional de Colares.



Confesso que nunca tinha visitado e fiquei muito agradado com o que vi. Uma adega que me fez recuar no tempo, até aos dias de meninice em que ainda assisti às muitas Adegas da Ribeira de Santarém a processarem uvas do Campo do Rossio.
Sou um apaixonado confesso por estas tecnologias antigas, por estas adegas que são verdadeiras máquinas do tempo.
Já deves ter adivinhado certo? 
Sonho, um dia ter a minha própria adega "Vintage"!










Se eu fosse bom a descrever vinhos. Se eu tivesse vocação para o fazer, dir-te-ia que deu ainda para provar Um Ramisco e um Malvazia de 2011. 
O Ramisco já o conhecia bem, não me surpreendeu por isso. O Malvazia, deixou-me a sonhar com uma garrafas bem guardadas e abertas daqui a 10 ou 15 anos!
Estarei a exagerar?





E ainda...
Um livrinho novo, sobre a história de Colares que, logo que o leia, farei aqui relato!



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